Nov
7
2008
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MEU DEUS, VOCÊS TÊM DE LER ESSE TEXTO.

Nunca se viu coisa semelhante na história da humanidade.

Em guerra contra o Islam revolucionário, o país já quase vencedor prepara-se para nomear comandante-em-chefe um político apoiado entusiasticamente pela Al-Qaeda, pelo Hamas, pela Organização de Libertação Palestina, pelo presidente iraniano Ahmadinejad, por Muammar Khadafi, por Fidel Castro, por Hugo Chávez e por todas as forças anti-americanas, pró-comunistas e pró-terroristas do mundo, sem nenhuma exceção visível.

É exatamente como se, em plena guerra do Vietnã, se colocasse na Casa Branca um queridinho de Ho-Chi-Minh.

No entanto, se você sugerir, mesmo suavemente, que tantos inimigos dos EUA estão a favor de Obama porque ele deve estar pelo menos um pouquinho a favor deles, metade do eleitorado americano dirá que você é um maldito racista e uma boa parcela da outra metade o chamará de desequilibrado, de paranóico, de teórico da conspiração.

Está proibido aplicar a Obama a velha regra de bom senso: “O amigo do meu inimigo é meu inimigo”. Para provar sanidade, o cidadão americano tem de acreditar piamente que Obama não fará nada, absolutamente nada em favor dos comunistas e islamofascistas que o amam, mas fará tudo para defender a nação que ele mesmo chama de nazista e a Constituição que, segundo ele, é causa de males horríveis.

Se você acha que a aposta na fé obâmica é alta demais e que seria mais prudente investigar um pouco a vida do sujeito, saiba que isso se tornou praticamente inviável: ele mandou bloquear, nos EUA e no Quênia, o acesso a todos os seus documentos, mesmo sobre a sua vida pública, desde a sua certidão de nascimento até a lista dos pequenos doadores da sua campanha, passando pelo seu histórico escolar em Harvard e Columbia, que é alegado ao mesmo tempo como prova definitiva dos altos dons intelectuais da criatura, só negados, evidentemente, por racistas contumazes. A mídia considera um insulto e uma presunção doentia qualquer tentativa de examinar esses papéis, e três tribunais, da Pensilvânia, de Washington e de Ohio, já sentenciaram que o cidadão comum não tem nenhum direito de averiguar sequer a nacionalidade de Barack Hussein Obama. É preciso acreditar nele sob palavra, ou cair fora da sociedade decente.

Veja mais dessa droga. ▼

Eu falei, nunca se deve confiar totalmente em alguém, sem conhecê-la por inteiro e mesmo conhecendo-a por inteiro, ainda corremos riscos imagina se não a conhecermos. Ainda existem pessoas que pensam igual a mim.

Fonte: Olavo.

Escrito por Ellen Medeiros

3 comentários »

    Rodrigo diz:

    hahahahaha..
    cara, muito froide :D

    Friday November 7 2008 at 11:27 pm
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    Nice site, very clean, lots of content and loved having a look.

    Friday November 7 2008 at 11:50 pm
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    diz:

    Mano, pra falar a verdade nem quis saber quem é Barak ou sei lá que outro feliz se candidatou. Mas lendo seu texto me vi em 1968 xD

    E se essas fontes são realmente confiáveis, eu não concordo em jogar a culpa sempre no racismo, tem negro que acha que não pode ter defeito, porque se apontam, é racismo…É foda, ou seja, o próprio negro é racista… :S

    Saturday November 8 2008 at 11:36 am
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