[da raça cinéfila, é só o que eu peço.]
A Naty (olha a intimidade), pediu um tutorial, e já foi atendido, chupa essa manga naty!
E queria agradecer o thyago por mais um selo, depois posto. ;*
Certo, é sábado, eu tava aqui em casa, tranquilex. Esperando chegar domingo, pra estudar um pouco e logo depois ir pra caminhada da paz e logo depois sair pra curtir com uns amigos. Mas como todos aqui estão cansados de saber eu sou viciada em filmes (e ultimamente em postar, mas isso acaba, a partir de segunda) e meu primo também, então ele me liga dizendo que vai vir passar a tarde aqui e claro trazer filmes :D Logo me animo, pulo da cadeira e vou preparar as guloseimas para mais uma tarde deliciosa diante de produções MARA de Hollywood. Engano meu. Logo, logo saberão.
Em mais uma arduosa escolha de filmes, acabamos escolhendo: Imagens do Além e Uma Chamada Perdida, antes tivessemos passado a tarde assistindo caldeirão do huck. (Y)

Imagens do Além.
Sem mais comentários.
Veja mais dessa droga. ▼
Porque ninguém me avisou que era um Remake de Espíritos- A morte está ao seu lado? Por mais que a história seja completamente igual e a mesma descrição na sinopse, acho que é obrigação avisar-nos de que é um Remake de Espíritos, e ah.. avisando também que o diretor comprou os direitos do filme oriental, pra fazer uma versão Americana, diz aí, que eu ODEIO quando isso acontece. Os caras não avisam nada que é a versão americana, completamente igual a do Oriente. Daí você assiste o filme inteiro, achando que é uma puta sacanagem, não aguento assistir filme REPETIDO. Porque o diretor se deu nem ao trabalho de fazer uma maquiagenzinha melhor na ‘espírita’, e nem de fazer uma ceninha a mais diferente. Da revelação de fotos à dor na nuca do cara, o filme se desenvolve. PQP. Mas o Game é esse: Ou você assiste Espíritos - A morte está ao seu lado, ou você assiste Imagens do Além. Agora se você gostar de assistir filme repetido, você assiste os dois.
Sinopse: Em “Imagens do Além”, um casal recém-casado descobre assustadoras imagens de fantasmas nas fotografias que eles revelam depois de um trágico acidente. Temendo uma relação entre as manifestações, eles começam a investigar, mas acabam aprendendo que alguns mistérios não devem ser decifrados – e que um erro do passado pode acabar em uma vingança eterna. Para o fotógrafo Ben (Joshua Jackson) e sua esposa Jane (Rachael Taylor), é apenas uma lucrativa sessão de fotos em Tóquio em meio a sua lua-de- mel. Com uma exótica oportunidade profissional e todas as infinitas possibilidades da nova situação de casados, Ben e Jane chegam ao Japão. Mas, na estrada que leva ao Monte Fuji, a nova vida do casal literalmente sofre um trauma profundo. O carro deles atropela uma mulher que estava no meio da estrada, e que aparentemente surgiu do nada. À medida que retomam a consciência depois do acidente, Ben e Jane não encontram sinal algum da menina que Jane acredita ter atropelado com o carro. Abalados com o acidente e com o desaparecimento da menina, eles chegam a Tóquio, onde Ben começa seu trabalho glamouroso. Já tendo trabalhado no Japão e fluente no idioma, Ben sente-se à vontade lá, e encontra com antigos amigos e colegas de trabalho. Jane, nova na cidade, sente-se como uma estranha em uma terra estrangeira ao fazer desastradas incursões pela cidade. Enquanto isso, Ben descobre misteriosas manchas brancas – formando assustadoras silhuetas humanas – que se materializaram nas imagens após um dia inteiro de trabalho em uma cara sessão de fotos. As preocupações de Jane começam a aumentar quando ela passa a acreditar que as manchas nas fotografias de Ben são da menina da estrada, que agora quer vingar-se do casal por a terem deixado morrer…

Uma Chamada Perdida.
Depois de ver a classificação indicativa que indicava 87 anos, isso mesmo 87, ficamos curiosos. Mas isso foi só um dos fatos que não foi esclarecido.
Veja mais dessa droga. ▼
HAHAHAHAHAHAHAHAHA. Foi o que eu fiz nos dois primeiros minutos de filme. Gente não dá, sinceramente, eu e meu primo tivemos que pausar o filme, pra rir. Mas, pra rir muito. É incrível como a mente desses escritores/roteiristas se é que pode se chamar assim, alguém que faz um começo de filme desse. Aliás, quem faz um FILME INTEIRO desse. O que eu posso dizer (pra não soltar spoilers) é que eles fazem uma homenagem ao Chuck - só que com um celular -, eles deixam você boiando quase o filme inteiro, eles não ligam os fatos, e o filme é deprimente. Assim como no CCR eles taxaram o filme de deprimente também, é porque não tem outra palavra mesmo. Não é nada pessoal. É que nós, cinéfilos, ainda temos um tico de esperança de que os filmes erroneamente colocados na seção TERROR/HORROR/SUSPENSE, dê jus a classificação, mas hoje vi que não. Estamos sendo ‘obrigados’ a passar 87 minutos de filme, escutando uma puta musiquinha de caixinha de jóia, tocar em celulares sem baterias e etc.. Isso porque ainda temos esperança de que alguma coisa THRII \,,/ aconteça no filme. Coisa que não acontece.
Sinopse: Trata-se de uma refilmagem que adapta o filme do cineasta japonês Takashi Miike (”Três Extremos”) para os padrões hollywoodianos. Intitulado originalmente de “Chakushin Ari”, esse thriller promete ainda uma intrincada trama, trazendo não só sustos mas uma história repleta de mistérios que farão a cabeça do espectador trabalhar em ritmo frenético. Na trama, Shannyn Sossamon (”Regras da Atração”) interpreta uma jovem chamada Beth Raymond que recebe ligações a princípio inocentes de um número que não reconhece. Disposta a ignorá-las, ela é surpreendida mais tarde quando recebe uma mensagem do tal número e constata que foi ela mesma que a enviou, três dias atrás, avisando-a de seu próprio assassinato. Confusa, a moça buscará ajuda através de Jack Andrews (interpretado por Ed Burns, de “O Resgate do Soldado Ryan”) com quem acabará travando um complicado relacionamento. Ele também passa por momentos conturbados, pois ainda não superou a misteriosa morte de sua irmã, que ao que parece, aconteceu de forma parecida com a história relatada pela jovem Beth. No elenco estão ainda nomes conhecidos do público como Ed Harris (”As Aparências Enganam”) e Gabriel Byrne (”Feira das Vaidades”). Dirigido pelo desconhecido Eric Valette, resta salientar que a versão original japonesa já ganhou até mesmo uma continuação. A nova versão contará com o roteirista Andrew Klavan, escritor do livro “Refém do Silêncio”, adaptado para o cinema em 2001.
Eu sei é que hoje foi broxante demais. Depois de assistir Imagens do Além, vou assistir isso. Ainda bem que eu só paguei as guloseimas, porque se não, ia ficar muito p*, se tivesse que pagar qualquer centavo que fosse pra assistir essas produçõezinhas baratas de quinta e sem nenhum final lógico e/ou interessante. Dígnos de 3 minutos de silêncio. ¬¬
Agora eu só peço,
à vocês produtores, se não sabem fazer filme, não façam, por favor. Porque essas ‘mulheres de cabelos na cara’ americanas são péssimas, as japonesas a gente ainda aguenta, mas não dá maaaaaaais. E o pior de tudo, é saber que esses filmes péssimos de ‘terror’ não vão parar por aqui, enquanto eles tiverem essa mente brilhante.
Mas se vocês quiserem assistir, tem gosto pra tudo né minha gente? haha.
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